quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Plantas na sala de aula podem melhorar o sucesso escolar

Ter plantas na sala de aula pode melhorar as prestações nos exames. Não é por uma questão estética, mas sim porque os altos níveis de dióxido de carbono prejudicam a capacidade de aprendizagem. As plantas podem ser a solução para o “síndrome das salas de aula doentes”, porque ao realizarem a fotossíntese consomem o dióxido de carbono e fabricam oxigénio, logo melhoram a qualidade do ar de uma maneira natural e económica. A capacidade de resposta por parte dos alunos é significativamente mais baixa quando a concentração de CO2 é superior ao recomendado. Apesar de ser já conhecida a síndrome dos edifícios doentes, que afeta principalmente os empregados de escritórios, existe ainda pouca informação sobre os efeitos resultantes do ambiente da sala de aula no desempenham dos alunos. A densidade ocupacional nas salas de aula é superior à dos escritórios, principalmente nas salas do 1º ciclo, onde os alunos passam muitas horas fechados.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A verdadeira razão por que as zebras têm riscas



Admita-se que as riscas pretas e brancas não são grande camuflagem. Por isso mesmo, o padrão das zebras era um mistério científico: até Charles Darwin confessou a sua incompreensão. Agora, investigadores húngaros e suecos descobriram a vantagem das riscas: atraem menos as moscas que se alimentam de sangue do qualquer outra pelagem animal. Nos testes que fizeram com os cavalos artificiais cobertos de cola, os riscados foram os que menos moscas capturaram.

A Amazónia a vermelho



A floresta da Amazónia não é apenas verde. Um grupo de investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos da América, sobrevoou a maior reserva florestal do mundo e fotografou a paisagem com equipamentos de tecnologia avançada – um deles foi desenvolvido pela NASA.
As máquinas registam elementos invisíveis a olho nu, como os componentes químicosde diferentes espécies e o nível de carbono, que permitem depois criar imagens em 3D que formam um mapa de diversidade da Amazónia e possibilitam a medição física e química de grandes áreas de floresta.
O resultado final é bastante colorido. Por exemplo, as zonas a vermelho significam uma grande concentração de carbono. E todas as outras cores representam a presença de diferentes espécies de seres vivos.
No entanto, as fotografias ajudam também a medir a degradação da floresta. “ O mapeamento 3D oferece uma nova forma de avaliar as florestas em termos de poluição, composição de espécies de árvores, habitat para animais e outras espécies não vegetais” , diz um dos cientistas.

Fonte: revista Sábado de 27 Fevereiro de 2012

quinta-feira, 7 de julho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Museu da Ciência britânico expõe relógio "comedor do tempo"




O inventor John Taylor ao lado de seu relógio que está exposto no Museu de Ciência em Londres
O Museu da Ciência em Londres expõe actualmente um relógio fabricado pelo inglês John Taylor que indica as horas sem os tradicionais ponteiros do relógio.
A parte de cima é decorada com uma criatura que "devora" os segundos conforme eles passam - também chamada de "Chronophage" ("comedor do tempo").
O mecanismo da peça, que levou mais de dois anos para ser feita, é baseado num modelo antigo, datado do século XVIII.
O relógio fica originalmente no Corpus Christi College, em Cambridge, e um de seus ex-alunos, o físico Stephen Hawking, esteve na inauguração do objeto em 2008.

fonte: Folha.com

domingo, 19 de junho de 2011

Cometa “hiperativo”



O cometa Hartley2 foi visitado pela sonda da NASA Deep Impact a 4 de Novembro de 2010. A sonda passou, nesse dia, à distância de 694 quilómetros para fazer registos de imagens, observação do núcleo e cabeleira e colheita de partículas provenientes do jacto que emite.
É um cometa de pequena dimensão com a forma de um feijão, tem um movimento de rotação sobre um eixo bem definido, mas também move-se como estivesse às cambalhotas. A sua actividade é muito intensa libertando jactos de dióxido de carbono e de água e a sua cabeleira, que o envolve como uma atmosfera, às vezes parece soluçar.
Por tudo isto, o veredito sobre o Hartley2 é que se trata de um cometa “hiperativo” diferente de outros cometas já estudados de perto pelos astrónomos.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

China com melancias bombásticas. Crescem, crescem, até que... explodem


A produção na China é bombástica a todos os níveis. Esta regra aplica-se agora na agricultura, com uma estratégia que não deu frutos. Corrigindo, deu frutos, mas explodiram, centenas e centenas de melancias, ao longo de 45 hectares de plantação.
O caso ocorreu na cidade de Danyang. Vinte agricultores chineses não queriam acreditar no que viam. As melancias que haviam semeado, e que estavam prestes a entrar no mercado, rebentavam, uma a uma, como minas num palco de guerra. O efeito da explosão não era tão assustador, nem representava perigo, mas era a imagem de trabalho infrutífero.
O fenómeno, aparentemente paranormal, tem, no entanto, uma explicação lógica: os agricultores quiseram resultados rápidos e aplicaram quantidades excessivas de produtos tóxicos, entre pesticidas e fertilizantes, e de um químico chamado “forchlorfenuron”, cuja finalidade é acelerar o crescimento. As melancias obedeceram, cresceram a um ritmo anormal até que rebentaram, também em resultado da chuva.
No entanto, um chinês, no meio do caos, é capaz de ter uma ideia e reaproveitar o ‘fruto’ de uma estratégia falhada: as melancias foram cortadas em pedaços e distribuídas pelos animais. Mais uma prova de que Lavoisier tinha razão: “Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"...