sábado, 7 de novembro de 2009

Planta que temos em casa...Veneno!




Recebido por e-mail de uma emigrante na Venezuela, com carácter de urgência.


Difembaquia da variedade camila

Eu nunca usei meios como este para emitir uma mensagem urgente, porque eu tenho pensado que se deve evitar o alarmismo desnecessário. É certo que esta história e aconteceu com um parente na última semana...

Este arbusto assim bonito que nós vemos na foto, chamada difembáquia da variedade camila, que é vendido como o que é, uma planta decorativa bonita que na aparência é inofensiva, na realidade ele é um dos tóxicos mais poderosos da natureza.

O meu parente, há quatro dias, estava a tratar as plantas do seu escritório e da haste de um difembaquia como essa da foto e por um acto reflexo levou à boca durante menos de um segundo, uma parte da haste. Imediatamente sentiu que se queimava... correu para a casa de banho e ao ver a sua cara ficou aterrado por ver que estava todo inchado. A língua cresceu diversas vezes... Um amigo que estava com ele, levou-o de táxi à clínica... O trajecto, de pouco mais ou menos meia hora, pareceu-lhe eterno.. . Cada vez podia respirar menos e a dor intensa nas vias respiratórias era insuportável.

O amigo do parente teve a precaução de levar uma parte da planta à clínica. Ali atenderam-no de imediato e administraram-lhe os primeiros socorros , consistindo em aplicar-lhe medicamentos à base de corticóides para contrariar o hiperactividade brônquica e pôr-lhe oxigénio. Foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos e os intensivistas temiam que pudesse acontecer uma paragem cardíaca. Estiveram a poucos minutos de o entubarem ele. Em todo o caso os seus órgãos respiratórios internos sofreram grave afecção... Um dos pulmões chegou a parar, a parte interior das vias aéreas superiores encheu-se de chagas, a sua boca dos aftas, e a dor era tão intensa que nem sequer ao morfina o aliviava.

Na UCI permaneceu até ontem, sábado. Os seus médicos estão assombrados de que tenha sobrevivido mais de dez minutos ao contacto com a planta venenosa...

Eu li algo sobre esta planta na Internet, e só uma página sobre plantas ornamentais indica de maneira aproximada qual é o seu nível do toxicidade, que é, na verdade, extremo...

A sua seiva que se concentra na haste e próximo do pecíolo próximo, foi usado tradicionalmente por nativos amazónicos para envenenar a extremidade de seus dardos de caça. O simples contacto da mão nos olhos após s sua manipulação, produz o cegueira temporária. Pode causar a morte de um bebé em pouco menos de dez segundos e normalmente asfixia em pouco menos de vinte minutos uma pessoa. Nunca se deve manipular sem luvas de cabedal ou de borracha e mesmo assim com extrema precaução.

informação disponível na Internet trivializa o seu potencia letal... Como é tão popular, vale a pena que a comunidade conheça as suas características naturais para que decidamos se vale a pena tê-la como ornamento, si um simples contacto casual, acidental ou provocado pode causar-nos a morte em poucos instantes.

Esta mensagem deve ser difundida a todos os contactos; a instituições . Devemos procurar salva alguma vida e de qualquer forma, advertir do perigo da sua presença no nosso quotidiano.

CARLOS GÓMEZ C.
Defensor Público

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

sábado, 22 de agosto de 2009

Cratera Victoria em Marte




A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quarta-feira em seu site uma nova imagem em alta resolução da cratera Victoria, situada na pequena região plana chamada de Meridiani Planum, próxima ao equador de Marte. A fotografia foi tomada em mais de um ângulo inclinado pela sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter, diferente das imagens captadas anteriormente em outra missão da Nasa.
De acordo com a agência americana, a câmera estava posicionada de tal maneira que possibilitou uma observação como se o grande buraco estivesse sendo visto da janela de um avião. Os cientistas também puderam enxergar as composições geológicas presentes nas íngremes paredes da cratera.
Os especialistas analisaram ainda as diferenças sutis de cor em uma formação geológica brilhante localizada no topo de uma das paredes. Segundo a Nasa, a formação surgiu a partir de um fenômeno chamado diagénese - alterações físicas e químicas sofridas por um sedimento após sua deposição inicial.
Entre setembro de 2006 e agosto de 2008, a sonda espacial Opportunity explorou a cratera, que possui cerca de 800 m de diâmetro. Na época, a Opportunity registrou que as rugosidades do interior da cratera são dunas de areia.

Plantas assustadoras


A Real Sociedade Hortícula britânica lançou um inquérito para determinar qual a planta mais feia do mundo. A escolha não será fácil: há um cacto da Namíbia (Cyphostemma jutta), conhecida como videira-namibiana, a papo-de-peru (Arislolochia gigantea), com um cheiro intenso, a tromba-de elefante (Pachypodium namaquanum), com o tronco cheio de espinhos, e a flor-cadáver (Amorphophallus titanum), a mais fétida do mundo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Comem Da Vinci ao jantar

Não se pode dizer que são esquisitos. Eles tanto petiscam um DaVinci como um Miguel Ângelo. Têm poucos milímetros, mas são máquinas devoradoras. Mastigam molduras e colunas, suportes, esculturas e painéis. Aterrorizam museus e centros de arte em todo o mundo. Mas o festim do caruncho pode estar a chegar ao fim.
Na galeria dos Uffizi, em Florença, a guerra já começou, onde existem cerca de três mil obras de arte. Foi criada uma equipa de especialistas para o combate. A primeira batalha foi erradicar os insectos de A Coroação da Virgem, conjunto de painéis de Lorenzo Monaco, num processo avaliado em 20 mil euros. Os técnicos não usaram insecticidas tradicionais, mas uma mistura à base de azoto, que mata os vermes sem danificar a madeira viva. Com um tecido especial colocado à frente dos quadros, criaram uma câmara estanque e só depois injectam o azoto. Assim o oxigénio é forçado a sair dos buracos da madeira, provocando a morte do caruncho, interrompendo assim o festim.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Baterias alimentadas a vírus

Um grupo de investigadores do MIT , Massachusetts Institute of Technology, anunciou na revista Science que os bacteriófagos, vírus que atacam as bactérias mas que são inofensivos para os humanos, têm o potencial suficiente para alimentar as cargas eléctricas de uma bateria capaz de pôr um carro a funcionar. O dispositivo seria totalmente amigo do ambiente. Segundo a equipa, não só é eficaz, como possibilita uma reacção química, muito rápida e muito barata.
Numa bateria normal para que funcione, a reacção electroquímica é alimentada a ácido sulfúrico e chumbo. A equipa do MIT conseguiu que esses vírus geneticamente manipulados tivessem a mesma capacidade de provocar essa reacção electroquímica, fazendo com que se liguem a nanopartículas de cobalto ou ouro.
Por agora a bateria é do tamanho de uma moeda e será capaz de alimentar dispositivos pequenos, como telemóveis. Mas a equipa acredita que está no caminho para aumentar o seu tamanho e capacidade.
Fonte: O Público, 6 de Abril 2009