Um grupo de investigadores do MIT , Massachusetts Institute of Technology, anunciou na revista Science que os bacteriófagos, vírus que atacam as bactérias mas que são inofensivos para os humanos, têm o potencial suficiente para alimentar as cargas eléctricas de uma bateria capaz de pôr um carro a funcionar. O dispositivo seria totalmente amigo do ambiente. Segundo a equipa, não só é eficaz, como possibilita uma reacção química, muito rápida e muito barata.
Numa bateria normal para que funcione, a reacção electroquímica é alimentada a ácido sulfúrico e chumbo. A equipa do MIT conseguiu que esses vírus geneticamente manipulados tivessem a mesma capacidade de provocar essa reacção electroquímica, fazendo com que se liguem a nanopartículas de cobalto ou ouro.
Por agora a bateria é do tamanho de uma moeda e será capaz de alimentar dispositivos pequenos, como telemóveis. Mas a equipa acredita que está no caminho para aumentar o seu tamanho e capacidade.
Fonte: O Público, 6 de Abril 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Homem com dois corações

O Instituto do Coração de São Paulo trasplantou, no dia 4 de Março, um segundo coração a um paciente de 53 anos, que sofre de diversos problemas cardíacos, passando o doente a ter o novo órgão do lado direito do peito
O paciente tem uma miocardiopatia dilatada, que causa um aumento do músculo do coração, reduzindo a sua força para bombear o sangue, e sofre de hipertensão pulmonar, sendo o seu estado, na sequência da intervenção, considerado estável.
Os médicos decidiram conservar o coração original para assegurar a elevada pressão do sangue nos pulmões, cabendo ao órgão transplantado a função de bombear o sangue para o resto do corpo.
Os dois órgãos ficaram ligados por um tubo mas, com o tempo, o coração novo - pertencente a um rapaz de 26 anos que morreu num acidente viário - assumirá as funções dos dois.
Telescópio Kepler já está em busca de vida extraterrestre
O telescópio norte-americano Kepler foi colocado em órbita com sucesso este sábado de madrugada, 62 minutos após o seu lançamento da base militar do Cabo Canaveral, na Florida. É o primeiro telescópio espacial destinado a procurar planetas semelhantes à Terra.
Este telescópio de 1,03 toneladas está dotado de um espelho principal de 1,4 metros de diâmetro e de uma abertura de 0,95 metros.
Trata-se da primeira missão da NASA concebida para detectar planetas, rochosos como a Terra, que orbitem estrelas de que não estejam muito próximas nem muito afastadas, de modo que as temperaturas possam manter a água em estado líquido à superfície, condição considerada essencial ao desenvolvimento da vida.
terça-feira, 3 de março de 2009
As melhores simulações da amaragem no Hudson
No dia 15 de Janeiro, os EUA ganharam um novo herói, o piloto que amarou no Hudson , em Nova Iorque, conseguindo poupar a vida de todos os passegeiros e tripulantes do voo 1549 da US Airways.. Desde então, têm surgido inúmeras simulações deste milagre aéreo, aqui fica uma das melhores.
Mulher com dois úteros teve duas gémeas

Uma mulher gerou duas crianças, uma em cada útero. As meninas acabaram por nascer prematuras, na cidade de Marquette, no estado norte-americano de Michigan, centro-oeste dos Estados Unidos.
Valerie Marie e Kaylin Joy nasceram sete semanas prematuras, na quinta-feira, por cesareana. As gémeas e a mãe, Sarah Reinfelder, encontram-se bem de saúde, de acordo com o que avançou o jornal local The Mining Journal e a cadeia de televisão WLUC-TV.
A mulher, de 21 anos, sofre de uma anomalia chamada "útero didelfo", que, raramente dá origem ao nascimento de gémeos.
Valerie Marie nasceu com cerca de 2,25 quilogramas e Kaylin Joy com 1,78 quilogramas, devido à diferença de tamanho dos úteros.
Fonte: Visão 10:28 Segunda-feira, 2 de Mar de 2009
sábado, 20 de dezembro de 2008
Vénus e Júpiter tiveram a “companhia” da Lua.
No dia 1 de Dezembro, ocorreu um acontecimento celeste invulgar que proporcionou uma visão magnífica no início da noite, na direcção do pôr do Sol (sudoeste): os planetas Vénus (em baixo) e Júpiter (em cima) aproximaram-se e tiveram a companhia da Lua (por cima de Vénus).
Vénus é o astro mais brilhante no céu (depois da Lua), porque está mais perto do Sol, e também é conhecido por “Estrela da Tarde”, por ser o primeiro astro a aparecer depois do pôr do Sol, nesta altura do ano.
Durante o dia, entre as 15h e as 17h, a Lua eclipsou Vénus quando passou à sua frente.
A última vez que o fenómeno aconteceu foi em 7 de Outubro de 1961 e só voltará a se repetir em 18 de Novembro do ano 2052.
Rocha pode absorver rapidamente grandes quantidades de dióxido de carbono
Técnicas podem multiplicar as capacidades de uma rocha, a peridotita, para absorver rapidamente vastas quantidades de dióxido de carbono, principal gás poluente responsável pelo aquecimento da Terra, revela uma investigação de geólogos norte-americanos.
O estudo, conduzido pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, demonstra que as jazidas desta rocha – que, em profundidade, reage natural e rapidamente ao contacto do dióxido de carbono – poderão ser usadas através de simples perfurações no solo, onde a rocha se concentra em grandes quantidades, ou pelo método de injecção do gás.
No contacto com dióxido de carbono, a peridotita forma minerais sólidos como o calcário e o mármore.
A rocha encontra-se à superfície ou perto da superfície do solo, sobretudo em Omã, na Península Arábica.
Segundo o geólogo Peter Kelemen, do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, será possível “desenvolver um método para capturar e armazenar o dióxido de carbono atmosférico”, com baixos custos.
A investigação assinala que a peridotita de Omã pode absorver naturalmente entre dez mil a cem mil toneladas de dióxido de carbono por ano.
Acelerando artificialmente este processo, a rocha poderá provavelmente absorver quatro mil milhões de toneladas do gás por ano.
Anualmente, são lançadas 30 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera.
Grandes jazidas de peridotita podem encontrar-se ainda nas ilhas do Pacífico da Papua-Nova Guiné e da Nova Caledónia, assim como nas costas gregas e na ex-Jugoslávia.
Pequenos depósitos são visíveis na região Oeste dos Estados Unidos.
Fonte: Público 08.11.2008
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