segunda-feira, 30 de julho de 2007

Surfista atacada por leão-marinho




Ella MurphY de 13 anos, no dia 14 de Julho de 2007, quando era rebocada por um barco na costa de Lancelim, Austrália, foi atacada por um leão-marinho que lhe mordeu o pescoço e o rosto e provocou-lhe a fractura do maxilar e a perda de três dentes, tendo sido operada de urgência. O animal tinha cerca de 300 kg e a dentada, próxima da carótida, quase lhe custou a vida.

1ª Maratona de Origami em Portugal




O Museu da Ciência da Universidade de Lisboa lançou no dia 15 de Junho de 2007, a 1ª maratona de Origami. Nesse dia os professores de matemática ensinaram crianças a partir dos 6 anos a construir caixas, pássaros e outros animais com folhas de papel.
Nem todos os fãs dos Origami gostam de Matemática. Em Portugal, há professores que começaram agora a usar a arte japonesa para ensinar e demonstrar conceitos matemáticos.
Fernando Nascimento é actor e aprendeu a dobrar papel na escola. Mais tarde, quando trabalhou num restaurante, entretinha as crianças criando animais a partir de guardanapos. Viciou-se, e há quatro anos que se dedica ao Origami. Até construiu um site http://www.fermento.interdinamica.pt/ onde mostra novos modelos e ensina os passos para fazer uma estrela ou um dragão em papel.

Doce Energia

Sem bateria no telemóvel? Um pouco de açúcar pode ser a solução, acreditam cientistas americanos.
Dos Estados Unidos, chega agora uma proposta que utiliza uma fonte de energia ainda mais inusual: o açúcar.
A invenção está a ser desenvolvida por uma equipa da Universidade de Sant Louis. Funciona à base de qualquer fonte de açúcar, incluindo refrigerantes, é biodegradável e, segundo os promotores, pode oferecer uma carga até quatro vezes mais prolongada que as suas concorrentes tradicionais em lítio. Estas características fazem desta uma aplicação válida para uma vasta gama de pequenos aparelhos de electrónica, como o telemóvel ou o leitor de MP3.
O funcionamento da revolucionária bateria é simples: como outras células de combustível, as baterias de açúcar contêm enzimas que convertem o combustível - neste caso açúcar – em electricidade, com a vantagem de todos os materiais serem biodegradáveis.
Apesar de ser cativante, o conceito não é novo. É o açúcar, sob a forma de glicose, que fornece a energia que alimenta o corpo humano. Mesmo na Ciência, misturar biologia e química para conseguir baterias mais amigas do ambiente não é uma abordagem inédita, mas o responsável pela iniciativa sublinha que a sua invenção é a mais duradoura e potente concebida até agora.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Conquistando o rio Amazonas a nado








"Meu objetivo é conquistar o impossível"

O esloveno Martin Strel tornou-se em Abril de 2007 a primeira pessoa a nadar o rio Amazonas em toda sua extensão.

Strel começou a travessia no dia 1 de Fevereiro, em Atalaya, Peru e terminou a 13 de Abril, em Belém, Brasil. Quando saiu da água, estava em estado de choque, tinha perdido 17 quilos e meio.

Chimpanzés gigantes


Há muito que os habitantes de Bili, na República Democrática do Congo, contavam histórias de chimpanzés gigantes que comiam leopardos e pescavam. Um grupo de cientistas, liderados por Cleve Hicks, da Universidade de Amstardão, provou que eles existem mesmo. Eles foram encontrados a devorar uma carcaça de leopardo. São muito maiores que os nossos ”primos” e dormem no chão – sinal que não temem predadores.

Lago chileno reaparece

A natureza parece estar a brincar com os cientistas chilenos. Semanas depois de tentarem explicar, sem consenso, o súbito desaparecimento de um lago glaciar de 30 m de profundidade, na região de Magalhães, viram a água Lago dos Gelos voltar a brotar da terra. Investigadores que realizavam uma expedição à região, verificaram assombrados, a existência de poças de água em oito pontos diferentes do lago. Há quem afirme que se trata de mais uma consequência do aquecimento global. Para já, o mistério adensa-se.

Uma lua completamente diferente


Parece uma esponja gigante, mas não é. Chama-se Hiperião e é uma das luas mais pequenas de Saturno. As imagens enviadas pela sonda Cassini surpreenderam os cientistas da NASA. Foram tiradas a uma distância de cerca 600 km e revelam uma superfície porosa, coberta por crateras que vão de dois a dez km, algo completamente diferente de qualquer outro objecto celeste fotografado até hoje.