quarta-feira, 15 de junho de 2011

China com melancias bombásticas. Crescem, crescem, até que... explodem


A produção na China é bombástica a todos os níveis. Esta regra aplica-se agora na agricultura, com uma estratégia que não deu frutos. Corrigindo, deu frutos, mas explodiram, centenas e centenas de melancias, ao longo de 45 hectares de plantação.
O caso ocorreu na cidade de Danyang. Vinte agricultores chineses não queriam acreditar no que viam. As melancias que haviam semeado, e que estavam prestes a entrar no mercado, rebentavam, uma a uma, como minas num palco de guerra. O efeito da explosão não era tão assustador, nem representava perigo, mas era a imagem de trabalho infrutífero.
O fenómeno, aparentemente paranormal, tem, no entanto, uma explicação lógica: os agricultores quiseram resultados rápidos e aplicaram quantidades excessivas de produtos tóxicos, entre pesticidas e fertilizantes, e de um químico chamado “forchlorfenuron”, cuja finalidade é acelerar o crescimento. As melancias obedeceram, cresceram a um ritmo anormal até que rebentaram, também em resultado da chuva.
No entanto, um chinês, no meio do caos, é capaz de ter uma ideia e reaproveitar o ‘fruto’ de uma estratégia falhada: as melancias foram cortadas em pedaços e distribuídas pelos animais. Mais uma prova de que Lavoisier tinha razão: “Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"...

Avião em queda


Avião russo preparava-se para aterrar, mas uma avaria nos sistemas de estabilização provocou uma queda descontrolada. Através da navegação manual, o piloto estabilizou o avião e conseguiu uma aterragem perfeita, que salvou vidas. Em setembro de 2010, aconteceu um acidente semelhante, com... o mesmo avião.
Este avião, que pertence ao Ministério da Defesa russo, está agora em Chkálovski, onde especialistas do serviço de segurança fazem inspeções apertadas.
13 JUNHO 2011

A lâmpada acesa desde 1901



Uma simples lâmpada incandescente é uma das principais atrações da cidade de Livermore, na Califórnia. Essa lâmpada foi instalada em um prédio do Corpo de Bombeiros em 1901, e permanece continuamente acesa até agora! Cara, são mais de 107 anos!!!

Tirando as eventuais “piscadas de luz”, um gafanhoto de patins me contou que a única vez em que ela foi apagada por um período maior (aproximadamente 23 minutos), foi em 1976 quando o prédio do Corpo de Bombeiros foi movido para um outro local. Na mudança para o novo local a galera fez o maior auê, com direito a sirenes, escolta e uma embalagem especial – imagina se o maluquinho derruba essa merda no chão! Com certeza ele seria pregado de ponta cabeça em um espeto, para servir de exemplo aos “eu-tenho-a-mão-furada-mas-trabalho-carregando-coisas-valiosas-que-quebram”… Hoje já colocaram um gerador no prédio, para que ela continue acesa mesmo em uma falta de energia.

Fora que essa lâmpada já virou celebridade: Já apareceu na CNN, no programa Ripley’s: Believe it or not, foi citada no Programa Mythbusters, e é a atual retentora do récorde de maior tempo em atividade no livro Guiness. Se não me engano, ela já apareceu também naqueles papéis que forram as bandeijas do McDonald’s (manja aqueles papéis que sempre trazem uma curiosidade e tal?).

Aposto que você está se perguntando: “Porra, mas qualquer mutreteiro pode ir lá de madrugada e ficar trocando a lâmpada, sempre que ela for queimar!”. Mas parece que ela têm um registro contendo a numeração de série de 1901, autenticada e reconhecida pelo Ministro-de-não-sei-das-quantas…

Se por ventura você estiver passeando pela redondeza da East Avenue nº 4550 (lá na Station Six), não perca a oportunidade de conhecer essa celebridade. Agora, se você é pobre e mora no gueto, saiba que têm uma webcam filmando a lâmpada 24 horas por dia! Basta entrar no site oficial Livermore’s Centennial Light.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Avião movido a luz



A silhueta esguia do avião Solar Impulse ergue-se nos céus de Bruxelas. Depois de ter falhado uma primeira tentativa de voo com destino a Paris, o aparelho alimentado a energia solar torna a ensaiar a ligação. O Solar Impulse vai ser uma das principais atrações de um festival aéreo em Le Bourget, perto da capital francesa.
2011-06-14 09:33:36

Rapaz íman


Não. Não é uma personagem de ficção científica. É um rapaz, de carne e osso, que consegue atrair metais e transportar até 25 quilos de ferro, como se o seu corpo fosse um íman. E por isso o magnético Ivan Stoiljkovic é uma atração na aldeia onde vive, na Croácia... Além de metais, Ivan 'cola-se' à louça e avaria um computador, se se aproximar do aparelho.
São histórias que impressionam e que... atraem a atenção de qualquer um: o pequeno Ivan Stoiljkovic, de seis anos, tem um poder oculto, que se traduz na atração de metais, como se o seu corpo fosse um íman.

São telemóveis, frigideiras, talheres, telecomandos, entre outros materiais que tenham, na sua composição, qualquer tipo de metal. Mas não só objetos metálicos. Ivan Stoiljkovic contraria a gravidade com simples pratos, que se colam ao corpo. E se estiver perto de um computador, o aparelho avaria...

O magnetismo do seu corpo é associado a um fenómeno paranormal, que a família alimenta. Segundo o avô de Ivan, a criança tem um poder oculto, capaz de eliminar a dor de qualquer corpo, com um simples aproximar de mãos. Não é encontrada uma justificação médica para este caso pouco vulgar.

O pequeno croata, natural da cidade de Koprivnica, é um poço de força, capaz de transportar quilos de cimento – em quantidades pouco normais, tendo em vista a sua tenra idade.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O vulcão da Islândia pode ter gerado mais vida no mar



A nuvem de cinzas do vulcão islandês Eyjafjöll, que parou os aeroportos europeus em Abril e Maio, pode ter gerado mais vida no mar.
Uma equipa de cientistas está a recolher informação para perceber de que forma a erupção vulcânica afectou a biologia marinha no Atlântico Norte, ao ponto de provocar o florescimento de uma enorme quantidade de algas microscópicas.
A um mês de terminar a segunda expedição na região, os investigadores detectaram "níveis elevados" de ferro nas amostras de sedimentos recolhidas do oceano.
Os investigadores pretendem certificar-se de que as partículas de ferro contidas na nuvem de cinzas vulcânicas entraram no mar e causaram o aparecimento de uma extensa mancha de minúsculos organismos, conhecidos como fitoplâncton, que têm a capacidade de fazer a fotossíntese (processam o dióxido de carbono e produzem
oxigénio).
Para o efeito, estão a recolher amostras de ferro, e de outros nutrientes, das águas e da atmosfera e a monitorizar o crescimento biológico no Atlântico Norte.
A equipa de cientistas promete divulgar "dentro de meses" os resultados da investigação.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Fenómeno raro no Algarve

No dia 7 de Julho de 2010, ocorreu no Algarve, pela primeira vez um tsunami meteorológico. O fenómeno foi observado entre as 8h30 e as 9h00, pelo menos em dois locais: no Rio Arade, em Silves, e ainda na Ria Formosa.

O que é um tsunami meteorológico?

O tsunami meteorológico, é um fenómeno gerado por perturbações atmosféricas. As ondas associadas podem ser originadas por ondas gravíticas atmosféricas, passagens de frentes, linhas de borrasca, entre outros fenómenos atmosféricos. Um tsunami meteorológico é caracterizado pelas mesmas escalas espaço-temporais das ondas associadas a um tsunami de origem sísmica, e podem de forma semelhante afectar zonas costeiras, sobretudo em águas pouco profundas, tais como, baías e portos, apresentando uma forte amplificação e propriedades de ressonância.

Há relatos de que um operador que estava a embarcar turistas no cais de Silves – rio Arade - viu o seu barco ficar em seco de repente, depois das águas do rio terem baixado cerca de meio metro e na Ria Formosa, há o caso do barco que fazia a ligação entre Olhão e a Praia do Farol que terá ficado momentaneamente encalhado, quando a altura das águas baixou de forma muito rápida.

Investigadores ligados à Universidade do Algarve e a outras entidades estão a recolher dados e a analisá-los para encontrar uma explicação cabal para o fenómeno meteorológico que afectou a zona costeira do Algarve.

Em Portugal, por serem muito raros, os tsunamis meteorológicos não têm nenhum nome especial. Mas são conhecidos por rissaga (Catalunha), milghuba (Malta), marrobbio (Itália) ou abiki (Japão).