terça-feira, 3 de março de 2009

As melhores simulações da amaragem no Hudson

No dia 15 de Janeiro, os EUA ganharam um novo herói, o piloto que amarou no Hudson , em Nova Iorque, conseguindo poupar a vida de todos os passegeiros e tripulantes do voo 1549 da US Airways.. Desde então, têm surgido inúmeras simulações deste milagre aéreo, aqui fica uma das melhores.

Mulher com dois úteros teve duas gémeas


Uma mulher gerou duas crianças, uma em cada útero. As meninas acabaram por nascer prematuras, na cidade de Marquette, no estado norte-americano de Michigan, centro-oeste dos Estados Unidos.
Valerie Marie e Kaylin Joy nasceram sete semanas prematuras, na quinta-feira, por cesareana. As gémeas e a mãe, Sarah Reinfelder, encontram-se bem de saúde, de acordo com o que avançou o jornal local The Mining Journal e a cadeia de televisão WLUC-TV.
A mulher, de 21 anos, sofre de uma anomalia chamada "útero didelfo", que, raramente dá origem ao nascimento de gémeos.
Valerie Marie nasceu com cerca de 2,25 quilogramas e Kaylin Joy com 1,78 quilogramas, devido à diferença de tamanho dos úteros.
Fonte: Visão 10:28 Segunda-feira, 2 de Mar de 2009

sábado, 20 de dezembro de 2008

Vénus e Júpiter tiveram a “companhia” da Lua.



No dia 1 de Dezembro, ocorreu um acontecimento celeste invulgar que proporcionou uma visão magnífica no início da noite, na direcção do pôr do Sol (sudoeste): os planetas Vénus (em baixo) e Júpiter (em cima) aproximaram-se e tiveram a companhia da Lua (por cima de Vénus).
Vénus é o astro mais brilhante no céu (depois da Lua), porque está mais perto do Sol, e também é conhecido por “Estrela da Tarde”, por ser o primeiro astro a aparecer depois do pôr do Sol, nesta altura do ano.
Durante o dia, entre as 15h e as 17h, a Lua eclipsou Vénus quando passou à sua frente.
A última vez que o fenómeno aconteceu foi em 7 de Outubro de 1961 e só voltará a se repetir em 18 de Novembro do ano 2052.

Rocha pode absorver rapidamente grandes quantidades de dióxido de carbono



Técnicas podem multiplicar as capacidades de uma rocha, a peridotita, para absorver rapidamente vastas quantidades de dióxido de carbono, principal gás poluente responsável pelo aquecimento da Terra, revela uma investigação de geólogos norte-americanos.

O estudo, conduzido pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, demonstra que as jazidas desta rocha – que, em profundidade, reage natural e rapidamente ao contacto do dióxido de carbono – poderão ser usadas através de simples perfurações no solo, onde a rocha se concentra em grandes quantidades, ou pelo método de injecção do gás.

No contacto com dióxido de carbono, a peridotita forma minerais sólidos como o calcário e o mármore.

A rocha encontra-se à superfície ou perto da superfície do solo, sobretudo em Omã, na Península Arábica.

Segundo o geólogo Peter Kelemen, do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, será possível “desenvolver um método para capturar e armazenar o dióxido de carbono atmosférico”, com baixos custos.

A investigação assinala que a peridotita de Omã pode absorver naturalmente entre dez mil a cem mil toneladas de dióxido de carbono por ano.

Acelerando artificialmente este processo, a rocha poderá provavelmente absorver quatro mil milhões de toneladas do gás por ano.

Anualmente, são lançadas 30 mil milhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera.

Grandes jazidas de peridotita podem encontrar-se ainda nas ilhas do Pacífico da Papua-Nova Guiné e da Nova Caledónia, assim como nas costas gregas e na ex-Jugoslávia.

Pequenos depósitos são visíveis na região Oeste dos Estados Unidos.

Fonte: Público 08.11.2008

domingo, 9 de novembro de 2008

Como administrar um calmante a um furacão



Reduzir um pouco a velocidade dos ventos nos furacões pode reduzir bastante o poder destrutivo, dizem Daniel Rosenfeld e colegas da Universidade de Jerusalém. Numa patente, propõem para isso injectar fumo na parte inferior das nuvens que os formam. O fumo obriga o vapor de água vindo das águas quentes oceânicas que alimenta os furacões, a condensar-se a menor altitude. O que, explica a New Scientist, provoca uma deslocação da energia do centro do furacão para a periferia, perturbando a dinâmica do fenómeno. Já fizeram testes em computadores e calcularam que a operação necessitaria de dez aviões fumigeradores.
Fonte: Público, 08 de Novembro de 2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sol engole a Terra



Os últimos cálculos da Universidade de Sussex, no reino Unido, prevêem que a Terra será destruída pelo Sol daqui a7,6 mil milhões de anos. A pesquisa foi publicada no último número da revista científica Astrophysic e corrige previsões anteriores, em que o planeta seria capaz de escapar à morte do Sol.
Estes resultados foram baseados em novos estudos sobre a evolução de estrelas semelhantes ao Sol, baseados em dados obtidos com os telescópios espaciais de última geração. A equipa de cientistas liderada pelo astrónomo Robert Smith defende que a estrela, quando se esgotar o hidrogénio do núcleo solar, perderá a força para manter coesas as camadas exteriores. O Sol ficará então 250 vezes maior e “engolir” a Terra. “Só se entretanto passar um asteróide e afastar a Terra da órbita actual e que o nosso planeta escapará”, disse o cientista.
Nessa altura, a humanidade já terá extinguido ou viajado para outra zona da galáxia. Até porque as previsões indicam que dentro de mil milhões de anos o Sol vai começar a aquecer, causando a evaporação gradual dos oceanos e um gigantesco efeito de estufa. Então, já a Terra será um planeta ultra-seco, quente e inabitável.

Fonte: Visão, 06 de Março de 2008

O aquecimento global



O aquecimento global está a mudar mais depressa o Árctico do que qualquer outra região do planeta.
No ano passado, os gelos marítimos no círculo polar reduziram-se até dimensões nunca antes vistas pelo Homem e vários estudos indicam 2013 como o ano do degelo total. Mas os investigadores do National Snow and Ice Data Center (Instituto americano e um dos mais reputados desta área) desconfiam que a superfície gelada do Pólo Norte desaparecerá já este Verão. Uma insólita forma que a Natureza encontraria para comemorar este Ano Polar Internacional, precisamente dedicado às alterações climáticas nos pólos.
As mudanças do clima são tão claras que já há programas do governo autónomo da Gronelândia para ensinar a cultivar a terra, algo nunca imaginado numa zona tão inóspita que nem árvores podem crescem.
Fonte: Adaptado da Visão, 03 de Julho de 2008